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Olhando o cenário econômico recente, podemos afirmar que em 2014 nós “andamos de lado”, e o PIB perto de zero indicou que tecnicamente pouco se produziu. Começamos então 2015 com expectativas ruins para a economia, declarações do governo apontando para ajustes fiscais, queda de consumo e desemprego. E realmente foi o que se viu. Todos nós tivemos que trabalhar muito mais e melhor, para dar conta das possíveis perdas que poderíamos ter. 

Cuidar da produtividade da equipe passou a ser mandatório para as empresas comerciais. Da mesma forma, zelar pelo relacionamento com o cliente se tornou estratégico para sobreviver às turbulências.

A boa notícia é que, para 2016, as perspectivas econômicas parecem ser um pouco mais animadoras, indicando que o pior já passou. Os ajustes continuam e o consumo controlado também, porém a economia

 deve começar a reagir.As empresas e a população estão saindo do “estado de choque” e iniciam seus planos de ação e de recuperação. Neste momento a produtividade, a criatividade, a inovação, a capacitação e a excelência se tornam os balizadores  de qualquer planejamento estratégico.

Obviamente qualquer plano estratégico por melhor que seja, depende de uma ótima execução. De nada adiantará se os planos e as metas estiverem claramente estabelecidos, mas forem executados por equipes que não estejam preparadas e alinhadas. 

O momento é de olhar para dentro, identificar os pontos deficientes e agir para a melhoria. Ineficiências em períodos de dificuldades se tornam insuportáveis. 

Isso significa que ser excelente deixa de ser uma opção, e passa a ser uma condição!

Boas vendas e muita paz.

Fernando Lucena

Presidente e consultor do Grupo Friedman

 

 

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