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Como todo final e início de ano, é hora de avaliar e planejar, rever e prometer, assumir compromissos e ter esperança.

Olhamos a situação ao redor e tecemos nossos comentários. Ficamos revoltados, nos sensibilizamos, nos espantamos, mas infelizmente, algumas vezes, paralisamos.

A mudança que desejamos, se não inicia por nós, com certeza, passa de alguma forma por nós. O momento é de mobilização e não, imobilização. É hora de sair da torcida e entrar no jogo. É hora de trocar ideias, investir no autodesenvolvimento, alinhar estratégias com nossos pares profissionais, formar ou desenvolver equipes, enfrentar problemas e parar de contornar, hora de avaliar, planejar e principalmente, executar.

O cliente está diferente, assim como o mercado e a concorrência, também estão. E isso é sem dúvida um 

 convite imperioso para que nós reavaliemos nossa forma de trabalho, nos adequando a este novo modelo. A forma de comprar mudou? Então reveja suas técnicas de venda. Os clientes não estão vindo à loja? Então reveja suas estratégias de atração. Não se espante com as transformações, sejam elas pequenas ou grandes. Tenha certeza, elas são necessárias. Não se conforme com a situação e seja refém dela. Use sua capacidade técnica e de criatividade para buscar melhores resultados.

Parece conversa motivacional, mas não é. O fato é que mesmo com tanta dificuldade em fazer negócios, ainda nos deparamos com mau atendimento, com desserviço, com falta de atenção e não profissionalismo, com promessas e pouca entrega.

Não ouso dizer que será fácil enfrentar a crise na qual estamos, mas que é possível vencer, isso posso afirmar. Que vai exigir esforço, determinação e automotivação, não tenho dúvidas. Se for possível contar com o trabalho em equipe, muito bom. Se existir uma liderança que inspire e acompanhe, apoiando e direcionando, melhor ainda!

Se o discurso da mídia é de aperto, retração e dificuldade, o entendimento não pode ser o de depressão. Ao contrário! É hora do profissionalismo, da competência e do algo mais. Deixe que fiquem pelo caminho aqueles competidores, que na verdade não deveriam estar concorrendo com você. O momento é de investir naquilo e naquele que é bom. Se está mais difícil “gastar o precioso dinheiro”, certamente vamos querer investir em valor e qualidade.

Não adianta esperar que os governantes melhorem o contexto e que o mercado reaja, trazendo clientes de volta para comprar. Algumas mudanças foram e serão efetivas transformações. O cliente definitivamente vai tolerar cada vez menos falta de competência, por exemplo. O mercado vai ser cada vez mais competitivo em inovação. As opções de consumo para os clientes serão crescentes e vão torná-los cada vez mais exigentes.

E isso não é má notícia. A não ser para aqueles que ficarem parados esperando aquilo que eles deveriam estar fazendo. Vamos trabalhar e buscar (quem sabe como era no passado) encantar mais nossos clientes; oferecer mais solução do que produto; agregar serviço às vendas que realizarmos; realizar um pós-venda com mais atenção; entender e atender melhor os clientes; dar um verdadeiro show em cada venda (como se fosse única).

Acredite que podemos sair desta situação melhor do que entramos. Cultive o pensamento positivo e o trabalho intenso.

Desejo que seus problemas sejam menores. Suas vendas maiores. E que seu novo ano seja abençoado e cheio de realizações!

Muita paz e boa leitura.

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