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Estamos na reta final de mais um ano. Graças a Deus! Mas não por terminar mais um ano, e sim por termos a oportunidade de tê-lo vivido.

O ano de 2016 está sendo trabalhoso e bem desafiador, em todos os campos. No da perseverança, devido ao contexto adverso para empresas e negócios; o da emoção, mediante a fatos desagradáveis e marcantes; o da reflexão, pois nunca se falou tanto de compreensão e fim aos preconceitos; e o da moral, perante os atentados à ética e aos mínimos valores do ser humano.

Neste ano também "coroamos" a era digital, seja como elo de comunicação ou canal de consumo. O digital veio para ficar e mostra todo dia que pode ser mais.

O digital é uma alternativa e uma solução, mas nós não podemos deixar de ser humanos e pessoais.  Atendimento ainda é coisa DE GENTE. 

 Encantamento ainda é coisa de relacionamento. Relacionamento até pode ser online ou offline, porém sempre será o elo de união entre as pessoas.

O ponto de venda está se revolucionando com o advento da tecnologia e, mais do que nunca, precisamos transformar nossos PDV´s em PONTOS DE RELACIONAMENTO. Se tem vendedor, consultor, agente de negócios ou colaborador, precisa ter gente lidando com gente. 

Sabemos que precisamos de informações para guiar nossas decisões e estratégias, e também sabemos que nossa gestão deve ser baseada em indicadores. Mas se gerenciamos pessoas, como não envolver a emoção? Se queremos mais do grupo ao qual pertencemos, impossível não ter motivação.

É impossível tocar negócios e guiar pessoas sem um propósito, e ele tem que ser claro, relevante e animador. Não podemos simplesmente "ligar no automático" e deixar que um GPS nos leve pelo caminho da vida.

Como todo bom final de ano é hora de fazer o balanço, de olhar para dentro de nossas empresas, negócios e lojas. É hora de olhar para dentro de nós mesmos.

É hora do balanço pessoal, profissional e organizacional.

O que fiz e não fiz? 

O que preciso fazer de mais urgente e o que preciso urgentemente deixar de fazer?

Como nossa empresa chegou até aqui e como vamos prosseguir? 

O que oferecemos à sociedade e o que realmente estamos entregando? 

O que nosso grupo precisa e o que não precisa mais?

É muita pergunta, não é? Mas tudo bem, vem chegando mais um ano e você terá bastante tempo para responder. Não precisa pensar na resposta certa. O importante é reagir! 

Vamos agir e ajustar ao longo de 2017, pois se não sabemos exatamente o que temos que fazer, sabemos ao menos que não fazer coisa alguma não é mais uma opção.

Feliz final de 2016!

Feliz Natal e muita paz!

Um excelente 2017 para cada um de vocês e suas famílias!

Fernando Lucena (fernando.lucena@gsfriedman.com.br) é sócio-diretor e consultor da GS&Friedman.

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